CDC investiga surto de Cyclospora com mais de 400 casos

Um surto crescente de cyclosporiasis já afetou mais de 400 pessoas em quatro estados dos Estados Unidos. O U.S. Centers for Disease Control and Prevention (CDC) está conduzindo uma investigação para identificar a origem dos alimentos contaminados responsáveis pelo surto.
Crescimento dos casos de cyclosporiasis
Desde maio, o CDC registrou um aumento significativo nos casos de cyclosporiasis. Além do surto multistatal, outras agências de saúde estão investigando clusters adicionais de doenças em várias regiões do país. A infecção, embora geralmente não seja fatal, pode causar sintomas graves em algumas pessoas, levando à hospitalização.
Investigação em andamento
A investigação está sendo realizada em colaboração com agências de saúde estaduais e federais. Até o dia 13 de julho, mais de 400 casos de infecção por Cyclospora foram reportados, com ocorrências identificadas em Michigan, Ohio, West Virginia e Kentucky. Os investigadores estão entrevistando pacientes para determinar quais alimentos foram consumidos antes do início dos sintomas.
Possível subnotificação de casos
Autoridades de saúde acreditam que o número real de infecções pode ser maior do que o total confirmado. Muitas pessoas infectadas podem não buscar atendimento médico e, portanto, não são testadas para Cyclospora. Além disso, pode levar semanas para que um caso seja vinculado a um surto, o que contribui para a subnotificação.
Orientações para a população
Quem apresentar sintomas de cyclosporiasis deve procurar um profissional de saúde. Os sintomas podem variar e geralmente surgem cerca de uma semana após a infecção. Para mais informações sobre os sintomas, acesse este link. Além disso, recomenda-se que a população se mantenha informada sobre quais alimentos podem estar associados à infecção e as medidas que podem ajudar a prevenir a infecção.
As investigações continuam em busca de identificar a fonte do surto de cyclosporiasis. A colaboração entre as agências de saúde é essencial para conter a propagação da doença e proteger a saúde pública.






